sexta-feira, junho 17, 2005

Ah, se todo dia fosse sexta!

Deus do céu! Hoje com certeza presenciei um dos melhores momentos do ano, e porque não dizer, da minha vida. Ainda não bateu o recorde do momento proporcionado pela Pati Muller, mas esse caso acho que não posso citar aqui (apesar de já ter caído na boca do povo pelo orkut, hahaha) e creio que esse recorde nunca será batido, mas enfim.
Estávamos indo tranqüilamente almoçar (eu, Virgínia no volante, Celso e Diego) quando o ônibus que estava na nossa frente pára e dele desce um ser “achando que é um ser humano” travestido de Chapolin. Siiiim, a pessoa desce normalmente do ônibus, olha para os lados antes de atravessar a rua e, ao perceber o nosso ataque de risos incontrolável, nos fita com um olhar do tipo: “Coé o problema desses animais?!?”
Pô, o cara estava ao meio-dia, descendo de um ônibus, COMPLETAMENTE trajado de Chapolin. Camiseta, short, sapato, martelo e anteninhas de BALÃO. Inacreditável.
Seguimos nosso caminho rumo ao restaurante, felizes, rindo como crianças. Mas Deus resolveu ser BROW conosco e, não satisfeito em ver a nossa alegria transbordante, resolveu colocar o pobre moço novamente em nosso caminho. Quando estávamos voltando de nossa orgia gastronômica, no mesmo local mas no lado contrário da rua, lá estava ele...
“Pô, é o cara de novo! Dessa vez não vamos poder deixar ele escapar. Pára ai, Virgínia, pára ai!”
Paramos.
- Bah, cara, tu é o melhor, parabéns!
- Porque tu ta fantasiado?
- Ah, eu trabalho como animador. Estou indo agora para o Ponto Frio.
- Ãi, que massa. Quais outras fantasias tu tem?
- Ah, tenho Batman, Homem Aranha, O Máskara...
- Cara, nos dá teu número! Vamos te contratar certo!
- Ta, anota ai... 555-5555. Coloca aí “Chapolin”.
- Ok, tá anotado! Valeu, cara!

Risadas incessantes durantes os 30 minutos seguintes. Idéias bizarras, muito bizarras. Behold.

quarta-feira, junho 15, 2005

Saudade...

Com certeza a maior dor do mundo é a dor da perda. Perder alguém que gostamos, principalmente quando perdemos para sempre, nunca é fácil de se aceitar.
Nessa segunda-feira, dia 13 de junho, perdi o meu avô mais velho, João Cardoso Saraiva, aos 94 anos. Antes dele, a única pessoa da minha família que eu tinha perdido havia sido a minha bisavó, quando eu tinha uns 11 anos. Por mais que ele viesse doente há algum tempo, o fato é: nós nunca estamos preparados.
Agora não há muito o que fazer, o que me tranqüiliza é saber que fizemos TUDO que estava ao nosso alcance para que ele ficasse bem, mas não adiantava... já era a hora de ele descansar. Seguirei aqui, com as boas lembranças, a certeza de que ele cumpriu a missão dele e sempre fez o melhor que podia pela minha família.
Não reparem o desabafo, mas não podia deixar este fato passar em branco.

sexta-feira, junho 03, 2005

Vício

Após aproximadamente 1 semana pensando enlouquecidamente no "maldito jogo", eis que no meio do meu expediente de trabalho recebo-o por e-mail. NANOPOPS é o nome do joguinho mais viciante da história. Virou uma das minhas metas até o final do semestre, hahaha. Assim que eu tiver um pouco mais de tempo, me darei ao trabalho de pesquisar "coisas" na internet só para chegar aos 100%.
Para quem não sabe o que é NANOPOPS: é um jogo TOSQUÌSSIMO, feito numa planilha do Excel, onde tem uns 50 desenhos igualmente TOSCOS de cantores/bandas feitos no Paint Brush. O objetivo é acertar os nomes de todos eles. Conforme se vai acertando, vai aumentando a porcentagem e tu vai mudando de categoria(a melhor de todas é: NABO. Alguém sabe o que significa isso em espanhol? hehehe). Diversão garantida. Vício garantido. Não recomendo.

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