Ah, se todo dia fosse sexta!
Estávamos indo tranqüilamente almoçar (eu, Virgínia no volante, Celso e Diego) quando o ônibus que estava na nossa frente pára e dele desce um ser “achando que é um ser humano” travestido de Chapolin. Siiiim, a pessoa desce normalmente do ônibus, olha para os lados antes de atravessar a rua e, ao perceber o nosso ataque de risos incontrolável, nos fita com um olhar do tipo: “Coé o problema desses animais?!?”
Pô, o cara estava ao meio-dia, descendo de um ônibus, COMPLETAMENTE trajado de Chapolin. Camiseta, short, sapato, martelo e anteninhas de BALÃO. Inacreditável.
Seguimos nosso caminho rumo ao restaurante, felizes, rindo como crianças. Mas Deus resolveu ser BROW conosco e, não satisfeito em ver a nossa alegria transbordante, resolveu colocar o pobre moço novamente em nosso caminho. Quando estávamos voltando de nossa orgia gastronômica, no mesmo local mas no lado contrário da rua, lá estava ele...
“Pô, é o cara de novo! Dessa vez não vamos poder deixar ele escapar. Pára ai, Virgínia, pára ai!”
Paramos.
- Bah, cara, tu é o melhor, parabéns!
- Porque tu ta fantasiado?
- Ah, eu trabalho como animador. Estou indo agora para o Ponto Frio.
- Ãi, que massa. Quais outras fantasias tu tem?
- Ah, tenho Batman, Homem Aranha, O Máskara...
- Cara, nos dá teu número! Vamos te contratar certo!
- Ta, anota ai... 555-5555. Coloca aí “Chapolin”.
- Ok, tá anotado! Valeu, cara!
Risadas incessantes durantes os 30 minutos seguintes. Idéias bizarras, muito bizarras. Behold.


